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Destaques

A história da música clássica

  A história da música clássica é um assunto vasto e complexo, que abrange um período de mais de mil anos. A música clássica se originou na Europa Ocidental, e sua história é marcada por períodos de grande inovação, mudança e criatividade. A música clássica tem suas raízes na música sacra medieval, que era composta para ser executada nas igrejas. Durante a Renascença, no século XV, a música começou a se tornar mais complexa, com o desenvolvimento de técnicas de polifonia. Os compositores dessa época, como Palestrina e Orlando di Lasso, eram altamente valorizados por sua habilidade em criar obras complexas e harmoniosas. No século XVII, a música barroca se tornou a forma predominante na Europa. Os compositores barrocos, como Johann Sebastian Bach e George Frideric Handel, eram conhecidos por suas obras grandiosas e dramáticas, que apresentavam contraponto elaborado e instrumentação rica. A música barroca também viu o desenvolvimento da ópera, que combinou música, drama e teatro em u...

INTERVALOS

 




Na teoria musical, intervalo é a distância entre duas notas musicais. Os intervalos são fundamentais para a construção de escalas, acordes e melodias. Eles são medidos em termos de número de notas e semitons entre as duas notas.

Existem dois tipos de intervalos: melódico e harmônico. O intervalo melódico é a distância entre duas notas que são tocadas sucessivamente, enquanto o intervalo harmônico é a distância entre duas notas tocadas simultaneamente.

Os intervalos são nomeados de acordo com sua distância em semitons. O intervalo mais simples é o uníssono, que é a distância entre duas notas iguais. O próximo intervalo é a segunda menor, que é a distância de um semitom. A partir daí, os intervalos podem ser classificados como terças, quartas, quintas, sextas, sétimas e oitavas, dependendo da quantidade de notas entre as duas notas musicais.

Os intervalos podem ser classificados como maior, menor, justo, aumentado ou diminuto, dependendo da sua distância em semitons. A distância entre uma nota natural e a mesma nota com um sustenido (ou a distância entre uma nota natural e a mesma nota com um bemol) é chamada de intervalo aumentado ou diminuto, respectivamente.

Os intervalos são fundamentais para a construção de escalas, acordes e melodias. A identificação correta dos intervalos é fundamental para a compreensão da teoria musical e para a criação de músicas. Compreender a teoria dos intervalos é especialmente importante para músicos que desejam improvisar ou compor suas próprias músicas, pois a construção de uma melodia ou harmonia eficaz depende da escolha e manipulação consciente dos intervalos.

Além das classificações básicas de intervalos, existem outras classificações e conceitos relacionados que são importantes para a compreensão da teoria musical.

Um conceito importante é o intervalo enarmônico, que ocorre quando duas notas têm o mesmo som, mas são escritas de forma diferente. Por exemplo, o intervalo entre Dó e Si pode ser chamado de sétima maior ou oitava diminuta, dependendo do contexto em que está sendo usado.

Outro conceito importante é a inversão de intervalos. Um intervalo invertido é simplesmente um intervalo em que as notas são trocadas de ordem, de forma que a nota inferior se torna a nota superior e vice-versa. A inversão de um intervalo maior resulta em um intervalo menor, e a inversão de um intervalo diminuto resulta em um intervalo aumentado. Por exemplo, a inversão de uma quinta justa (Dó para Sol) é uma quarta justa (Sol para Dó).

Os intervalos também são importantes na construção de acordes. Os acordes são formados por combinar várias notas em intervalos específicos. Por exemplo, um acorde maior é formado pela combinação de uma nota fundamental, uma terça maior e uma quinta justa. Um acorde menor é formado pela combinação de uma nota fundamental, uma terça menor e uma quinta justa.

A teoria dos intervalos é uma parte essencial da teoria musical e é usada por músicos de todos os estilos para compor, improvisar e analisar a música. É importante lembrar que a teoria musical é uma ferramenta para ajudar os músicos a entender o que estão tocando ou ouvindo, e que a criatividade e a expressividade na música vão além das regras e fórmulas teóricas.


Escalas e sua relação com intervalos

As escalas são formadas a partir da combinação de intervalos específicos. Os intervalos são distâncias entre duas notas diferentes e são medidos em termos de meio-tom ou tom inteiro. Cada escala tem sua própria sequência de intervalos, que determina as notas que fazem parte dela.

Por exemplo, a escala maior é formada por uma sequência de intervalos que começa com um tom inteiro, seguido por um tom inteiro, meio-tom, tom inteiro, tom inteiro, tom inteiro e meio-tom. Essa sequência de intervalos determina as sete notas que fazem parte da escala maior e como elas estão posicionadas em relação à nota fundamental.

Da mesma forma, a escala menor natural é formada por uma sequência de intervalos que começa com um tom inteiro, meio-tom, tom inteiro, tom inteiro, meio-tom, tom inteiro e tom inteiro. Essa sequência de intervalos determina as sete notas que fazem parte da escala menor natural e como elas estão posicionadas em relação à nota fundamental.

As escalas pentatônicas, por sua vez, são formadas por uma sequência de intervalos que contém apenas cinco notas, excluindo as notas que criam tensão e dissonância. A escala pentatônica menor, por exemplo, é formada por uma sequência de intervalos que começa com um tom inteiro e meio, seguido por um tom inteiro, tom inteiro e meio-tom. Essa sequência de intervalos determina as cinco notas que fazem parte da escala pentatônica menor.

As escalas modais também são formadas por sequências específicas de intervalos, cada uma criando uma atmosfera diferente. Por exemplo, o modo frígio é formado por uma sequência de intervalos que começa com um semitom, seguido por um tom inteiro, tom inteiro, tom inteiro, semitom, tom inteiro e tom inteiro. Essa sequência de intervalos determina as sete notas que fazem parte do modo frígio e cria um som exótico e melancólico.

Compreender as sequências de intervalos que formam as escalas é fundamental para compreender como elas funcionam na música e como podem ser usadas para criar melodias, harmonias e solos.


Aglomerados atonais 


Aglomerados atonais são formas de composição musical que se caracterizam pela ausência de um centro tonal ou de uma tonalidade estabelecida. Eles são compostos por uma série de notas, geralmente dissonantes, que não seguem as regras da harmonia tradicional, como a progressão de acordes ou a resolução de dissonâncias.

Em vez disso, os aglomerados atonais são construídos a partir de técnicas como a serialismo, que é uma técnica composicional baseada em uma série de notas que são usadas de maneira sistemática na construção da música. A série pode ser aplicada a várias características da música, como altura, duração, dinâmica, entre outras.

Os aglomerados atonais surgiram no início do século XX como parte de um movimento artístico mais amplo chamado de vanguarda, que buscava romper com as convenções estabelecidas na música e em outras formas de arte.


Aplicando aglomerados atonais a uma escala de Sol (G)


Comece com a escala de sol: G A B C D E F# G

Selecione notas aleatórias dessa escala para criar um acorde denso e desordenado. Por exemplo: G, B, D, F# e A.

Acrescente notas for a da escala de sol para aumentar a densidade e a atonalidade do acorde. Por exemplo: C#, D#, F e G#.

Altere as oitavas das notas para criar mais textura e variação. Por exemplo, use o G e o G# em oitavas diferentes.

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